sábado, 11 de setembro de 2010
11 de setembro: Uma data a ser lembrada
Em tempo: Uma grande dica, de um grande mestre. Valeu. Leia uma resenha no Ponto de Vista, editado por WU
A Batalha do Chile - Patrício Guszmán
A Batalha do Chile - Parte 1 - A Insurreição da Burguesia from Zaire on Vimeo.
A Batalha do Chile - Parte II - O Golpe de Estado from Zaire on Vimeo.
A Batalha do Chile - Parte III - O Poder Popular from Interat on Vimeo.
Livros de comunicação para baixar em PDF
Segue valiosa dica tuitada pelo @Tsavkko: Livros de comunicação para baixar em PDF http://bit.ly/diaxSu. Está no blog da Ariane Fonseca, "Diário de um Repórter". Vale a pena conferir, especialmente os colegas jornalistas. Valeu, Ariane.
Livros de comunicação para baixar em PDF
por Ariane Fonseca quarta-feira 8 setembro , 2010
O Laboratório de Comunicação On-line (Labcom) está disponibilizando uma gama de livros de comunicação para os internautas baixarem em PDF gratuitamente no português de Portugal. Algumas obras são muito interessantes, veja as mais ligadas ao jornalismo:
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Dialógico: Waldvogel não consegue disfarçar nervosismo em pro...
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Jango - o filme
Jango (1984) Silvio Tendler1:56:17 - 1 ano atrásO filme refaz a trajetória política de João Goulart, o 24° presidente brasileiro, que foi deposto por um golpe militar nas primeiras horas de 1º de abril de 1964. Goulart era popularmente chamado de "Jango", daí o título do filme, lançado exatos vinte anos após o golpe. A reconstituição da trajetória de Goulart é feita através da utilização de imagens de arquivo e de entrevistas com importantes personalidades políticas como Afonso Arinos, Leonel Brizola, Celso Furtado, Frei Betto e Magalhães Pinto, entre outros. O sugestivo slogan do filme foi Como, quando e por que se derruba um presidente. O documentário captura a efervescência da política brasileira durante a década de 1960 sob o contexto histórico da Guerra Fria. Jango narra exaustivamente os detalhes do golpe e se estende até os movimentos de resistências à ditadura, terminando com a morte do presidente no exílio e imagens de seu funeral, cuja divulgação foi censurada pelo regime militar. Ficha técnica Fotografia: Lúcio Kodato Fotografia de cena: Américo Vermelho Roteiro: Maurício Dias e Sílvio Tendler Trilha-sonora: Milton Nascimento e Wagner Tiso Som: Geraldo Ribeiro Montagem: Francisco Sérgio Moreira Produtores associados: Denise Goulart e Hélio Paulo Ferraz Prêmios Troféu Margarida de Prata, da CNBB (1984) Prêmio especial do júri, prêmio do público e de melhor trilha-sonora do Festival de Gramado (1984) Prêmio especial do júri no Festival de Havana (1984) Jango levou mais de meio milhão de espectadores às salas de cinema, se tornando o sexto documentário de maior bilheteria da história do cinema brasileiro. O primeiro e o quarto filmes da lista também foram dirigidos por Tendler: O Mundo Mágico dos Trapalhões, com um milhão e 800 mil espectadores, e Anos JK, com 800 mil espectadores.
sábado, 28 de agosto de 2010
Dialógico: Usina nuclear de Bushehr: o Irã revida
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
São Paulo precisa ser líder nesta mudança
Diário Gauche: Papel Prensa, o fordismo nos crimes de lesa humani...
Vídeo: Contos da Resistência
Para marcar os 40 anos do golpe militar de 1964 de maneira reflexiva e crítica, a TV Câmara apresenta o documentário “Contos da Resistência”, em quatro episódios. Cada episódio vai enfocar um aspecto da resistência à ditadura e como esses movimentos contribuíram para a construção da democracia que temos hoje no Brasil. As articulações em todos os segmentos da sociedade para se contrapor ao governo autoritário; as organizações sociais de estudantes, trabalhadores e religiosos para lutar pela democracia e esclarecer a população; a resistência política no Congresso; a crítica inteligente e criativa das artes e da imprensa; a repressão e a tortura a representantes desses grupos; e o movimento social pelas eleições diretas em 1984: todos os temas estarão nos programas, abordados a partir da perspectiva de quem viveu esses tipos de resistência. O objetivo da série de documentários é esclarecer fatos políticos dos 20 anos de ditadura militar, explicar como se davam as ações de poder e dominação do governo central, e como o Congresso foi, ao mesmo tempo, núcleo de resistência e caixa de ressonância dos desejos dos militares daquela época. Apesar de fazer parte da história recente do Brasil, muitos fatos relacionados ao golpe e à ditadura militar são mitificados ou pouco esclarecidos. Uma das razões é que a imprensa foi extremamente controlada no período. Os movimentos de resistência não tiveram o devido tratamento da mídia na época ou foram mitificados posteriormente, sem que as pessoas tivessem conhecimentos dos reais detalhes envolvidos. Com base em vasta pesquisa histórica, de material de arquivos e nos depoimentos registrados são mostradas as decisões de exceção tomadas pelos generais e principalmente, as forças que contribuíam para a resistência ao sistema. Os programas apresentam o contexto, explicitando ideologias, intenções e interesses envolvidos, tais como o envolvimento dos freis dominicanos na defesa dos estudantes clandestinos, o envolvimento da igreja católica em diversos momentos e a ação das organizações estudantis. As captações foram feitas em seis cidades brasileiras: Brasília, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. O objetivo é dar uma visão o mais nacional e abrangente possível a partir das histórias (os contos) dos personagens envolvidos nos fatos levantados. A TV Câmara acredita contribuir para a informação da geração que não viveu a ditadura e refletir sobre a arbitrariedade de um regime autoritário. Assim, cumpre seu papel de emissora pública, ajudando a formar opiniões a favor de uma sociedade pluralista e democrática. Alguns dos entrevistados: CELSO AMORIM SÉRGIO CABRAL WALDIR PIRES VLADIMIR CARVALHO DANTE OLIVEIRA JAIR MENEGUELLI FREI BETO ALMINO AFONSO FERNANDO GASPARIAN FREI CARLOS JOSAPHA ALBERTO DINES AIRTON SOARES PAULO DE TARSO VENCESLAU DOM PAULO EVARISTO ARNS HÉLIO BICUDO FRANCISCO WHITAKER TEREZINHA ZERBINE RODOLFO KONDER MARIA APARECIDA AQUINO ZÉ CELSO MARTINÊS MARCO ANTÔNIO COELHO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO MÁRCIO MOREIRA ALVES VERA GERTHEL FRANCISCO MILANI PAULO CEZAR SARRACENI VITORIA GRABOIS JEAN MARC VON DER VEID CARLOS EDUARDO NOVAES ROBERTO FARIAS MODESTO DA SILVEIRA FERREIRA GULLAR JOSE LUIS GUEDES CARLOS HEITOR CONY CECÍLIA COIMBRA ÍTALA NANDI ZIRALDO FERNANDO LYRA DOM MARCELO CARVALHEIRA A série Contos de Resistência recebeu em 2004 o prêmio Vladimir Herzog, a mais importante premiação jornalística da área de direitos humanos do país. Reprodução autorizada mediante citação da TV Câmara Para marcar os 40 anos do golpe militar de 1964 de maneira reflexiva e crítica, a TV Câmara apresenta o documentário “Contos da Resistência”, em quatro episódios. Cada episódio vai enfocar um aspecto da resistência à ditadura e como esses movimentos contribuíram para a construção da democracia que temos hoje no Brasil. As articulações em todos os segmentos da sociedade para se contrapor ao governo autoritário; as organizações sociais de estudantes, trabalhadores e religiosos para lutar pela democracia e esclarecer a população; a resistência política no Congresso; a crítica inteligente e criativa das artes e da imprensa; a repressão e a tortura a representantes desses grupos; e o movimento social pelas eleições diretas em 1984: todos os temas estarão nos programas, abordados a partir da perspectiva de quem viveu esses tipos de resistência. O objetivo da série de documentários é esclarecer fatos políticos dos 20 anos de ditadura militar, explicar como se davam as ações de p...todos » Para marcar os 40 anos do golpe militar de 1964 de maneira reflexiva e crítica, a TV Câmara apresenta o documentário “Contos da Resistência”, em quatro episódios. Cada episódio vai enfocar um aspecto da resistência à ditadura e como esses movimentos contribuíram para a construção da democracia que temos hoje no Brasil. As articulações em todos os segmentos da sociedade para se contrapor ao governo autoritário; as organizações sociais de estudantes, trabalhadores e religiosos para lutar pela democracia e esclarecer a população; a resistência política no Congresso; a crítica inteligente e criativa das artes e da imprensa; a repressão e a tortura a representantes desses grupos; e o movimento social pelas eleições diretas em 1984: todos os temas estarão nos programas, abordados a partir da perspectiva de quem viveu esses tipos de resistência. O objetivo da série de documentários é esclarecer fatos políticos dos 20 anos de ditadura militar, explicar como se davam as ações de poder e dominação do governo central, e como o Congresso foi, ao mesmo tempo, núcleo de resistência e caixa de ressonância dos desejos dos militares daquela época. Apesar de fazer parte da história recente do Brasil, muitos fatos relacionados ao golpe e à ditadura militar são mitificados ou pouco esclarecidos. Uma das razões é que a imprensa foi extremamente controlada no período. Os movimentos de resistência não tiveram o devido tratamento da mídia na época ou foram mitificados posteriormente, sem que as pessoas tivessem conhecimentos dos reais detalhes envolvidos. Com base em vasta pesquisa histórica, de material de arquivos e nos depoimentos registrados são mostradas as decisões de exceção tomadas pelos generais e principalmente, as forças que contribuíam para a resistência ao sistema. Os programas apresentam o contexto, explicitando ideologias, intenções e interesses envolvidos, tais como o envolvimento dos freis dominicanos na defesa dos estudantes clandestinos, o envolvimento da igreja católica em diversos momentos e a ação das organizações estudantis. As captações foram feitas em seis cidades brasileiras: Brasília, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. O objetivo é dar uma visão o mais nacional e abrangente possível a partir das histórias (os contos) dos personagens envolvidos nos fatos levantados. A TV Câmara acredita contribuir para a informação da geração que não viveu a ditadura e refletir sobre a arbitrariedade de um regime autoritário. Assim, cumpre seu papel de emissora pública, ajudando a formar opiniões a favor de uma sociedade pluralista e democrática. Alguns dos entrevistados: CELSO AMORIM SÉRGIO CABRAL WALDIR PIRES VLADIMIR CARVALHO DANTE OLIVEIRA JAIR MENEGUELLI FREI BETO ALMINO AFONSO FERNANDO GASPARIAN FREI CARLOS JOSAPHA ALBERTO DINES AIRTON SOARES PAULO DE TARSO VENCESLAU DOM PAULO EVARISTO ARNS HÉLIO BICUDO FRANCISCO WHITAKER TEREZINHA ZERBINE RODOLFO KONDER MARIA APARECIDA AQUINO ZÉ CELSO MARTINÊS MARCO ANTÔNIO COELHO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO MÁRCIO MOREIRA ALVES VERA GERTHEL FRANCISCO MILANI PAULO CEZAR SARRACENI VITORIA GRABOIS JEAN MARC VON DER VEID CARLOS EDUARDO NOVAES ROBERTO FARIAS MODESTO DA SILVEIRA FERREIRA GULLAR JOSE LUIS GUEDES CARLOS HEITOR CONY CECÍLIA COIMBRA ÍTALA NANDI ZIRALDO FERNANDO LYRA DOM MARCELO CARVALHEIRA A série Contos de Resistência recebeu em 2004 o prêmio Vladimir Herzog, a mais importante premiação jornalística da área de direitos humanos do país. Reprodução autorizada mediante citação da TV Câmara
sábado, 31 de julho de 2010
Porque o terreno da FASE é importante para o ecossistema de Porto Alegre
O vídeo abaixo é uma entrevista concedida por Fernando Campos Costa, vice-presidente do Núcleo Amigos da Terra/RS, sobre os possíveis impactos que traria uma ocupação massiva no Morro Santa Teresa. A entrevista foi concebida inicialmente para a disciplina de Telejornalismo II, da FABICO/UFRGS, e foi adaptada para o blog Pensamento Diverso.
Porque o terreno da FASE é importante para o ecossistema de Porto Alegre from Leandro Rodrigues on Vimeo.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
PL388 - Sem quórum
Nem a base de Yeda confia no projeto para a Fase
O ex-líder do governo Yeda, Pedro Westphalen, mais Adolfo Brito, Francisco Appio, Mano Changes, Silvana Covatti e Leila Fetter, do PP. O ex-Chefe da Casa Civil do governo tucano, Luiz Fernando Zachia, mais Edson Brum, Alexandre Postal e Nelson Harter, do PMDB. Estes foram os deputados que integram a base parlamentar de apoio à governadora Yeda e que não registraram presença no momento em que o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Giovani Cherini (PDT), verificou o quórum para a votação do projeto de lei 388 que, se aprovado na sessão plenária desta quarta-feira, autorizaria o governo a vender a área da Fase. Com estas ausências, mais as da oposição, a sessão foi encerrada por falta de quórum (seriam necessárias 28 presenças).
A traição de parte do PDMB e do PP à Yeda foi comemorada pelos moradores do Morro Santa Teresa que desde as primeiras horas da manhã se aglomeravam em frente à Assembleia Legislativa e prometiam “fazer campanha contra todos os deputados que não tivessem coragem de barrar a negociata do governo tucano na área da Fase”. Sindicalistas e ambientalistas também celebraram o adiamento da votação. “A base de sustentação do governo Yeda na Assembleia, com 30 deputados ou mais, poderia aprovar qualquer coisa. Mas mais uma vez, nem esta base confiou na boa intenção do governo que sustenta e recuou na hora de dar o cheque em branco para a governadora vender o Morro Santa Teresa. Já que Yeda nunca aceita nada que parta da oposição, deve, agora, tentar entender o recado dos seus próprios deputados. E o recado é: não se pode votar um projeto dessa magnitude em regime de urgência”, analisou o líder do PT, deputado Bohn Gass.
De outra parte, há quem aposte que para contar com os votos dos deputados da base que hoje estiveram ausentes, o governo terá que pagar muito caro. “Ah, isso não vai sair barato”, admitiu um governista quando questionado por um repórter se acreditava que na semana que vem o governo conseguirá reunir o quórum para votar o projeto. Diante de uma segunda indagação – “Como assim, deputado?” – o parlamentar retomou rapidamente o discurso oficial e disse que acredita na aprovação porque o governo vai apresentar uma nova emenda oferecendo garantia aos moradores de que eles não serão retirados da área.
A tal emenda já circulava pelo plenário hoje à tarde mas nem chegou a ser debatida. O anúncio de que ela seria apresentada animou alguns moradores mas não a ponto de gerar apoio ao projeto como um todo. “Ainda é tudo muito genérico. Já é a segunda mexida do governo no projeto que começa a parecer uma colcha de retalhos. E se o governo está fazendo isso agora é porque sabe que este projeto é muito ruim para a cidade,” disse um deles que não quer se identificado “porque eu não sei o que este governo pode fazer com a gente; não teve aquele caso lá do cara do lago de Brasília?”
Mesmo que na semana que vem o projeto seja votado e aprovado, o episódio de hoje é mais uma marca da debilidade da articulação política do governo Yeda. Novamente, diante de um projeto polêmico, não conseguiu, sequer, garantir o quórum da votação.
Confira, agora (e guarde), os nomes dos 26 deputados que, ao registrarem presença na sessão de hoje, deram um nítido sinal de que devem votar a favor da venda do Morro Santa Teresa: Berfran Rosado, Alceu Moreira, Marco Alba, João Fischer, Pedro Pereira, Alberto Oliveira, Gilberto Capoani, Márcio Biolchi, Nedy Marques, Frederico Antunes, Jerônimo Goergen, Adilson Troca, Nelson Marchezan, Paulo Brum, Zila Breitenbach, Abílio dos Santos, Aloísio Classmann, Cassiá Carpes, Luis Augusto Lara, Berfran Rosado, Paulo Odone, Luciano Azevedo, Carlos Gomes, Francisco Pinho, Paulo Borges e Miki Breier. (Maneco)
Foto: Walter Fagundes (Agência Assembléia)